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2008-02-25      Ministro garante continuidade da Estação Zootécnica
      
"O Ministério da Agricultura não pode fechar a Estação Zootécnica porque precisamos de centros de investigação e porque, quando mais não seja, temos que preservar o nosso património genético nacional das raças autóctones", afirmou o ministro da Agricultura, Jaime Silva, no final do seu dia de visita ao Ribatejo. O governante andou em périplo pela região e visitou agricultores e associações agrícolas, para além de ter aproveitado para fazer uma visita-surpresa, não oficial, à Estação Zootécnica Nacional (EZN), onde almoçou e passou boa parte do dia em visita demorada. No final da visita, o jornal O Ribatejo questionou o governante sobre esta matéria e Jaime Silva garantiu que é intenção do ministério manter esta estrutura a funcionar em Santarém, embora com menos funcionários e com novas funções mais voltadas para as empresas.

"A situação da Zootécnica tem de deixar de ser um assunto melindroso para esta região. As pessoas têm que encarar a reestruturação do Ministério como uma coisa boa, porque introduz racionalidade nos custos e permite reduzir despesas de funcionamento para termos mais dinheiro para aplicar na agricultura", explicou o governante, referindo ainda que a reestruturação dos laboratórios do ministério vai centrar a investigação em parcerias com os agricultores. "O Ministério da Agricultura não pode ter laboratórios para formar professores-doutores e para aqui se fazerem teses de mestrado. Isso compete às universidades. Nós queremos uma investigação que transmita conhecimentos aos produtores", salientou ainda o ministro. Os funcionários excedentários da EZN irão para a mobilidade, mas o ministro garante que não irão apenas os que tiverem avaliação mais baixa.

Recorde-se que em Agosto de 2007, o mesmo ministro da Agricultura admitia fechar a EZN e dizia que a estação tinha que "se justificar para a manter tal qual está", acrescentando que algumas das suas funções teriam que ser recuperadas e que poderia ir funcionar noutros locais.



Director satisfeito e de acordo
com nova visão do ministro

João Ramalho Ribeiro, director da EZN, diz estar de acordo com esta nova visão do ministro e pensa que, desta vez, a questão vai ficar encerrada. "Nunca dissemos que queríamos que a EZN ficasse imutável. Pedíamos era que não acabasse", salienta.


Autor: Bruno Oliveira   Fonte: www.oribatejo.pt
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2008-02-24      Ministério da Agricultura quer mais de 200 gabinetes técnicos florestais a funcionar até Maio
      
O secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e das Florestas disse em Santarém, que, até Maio, têm de estar constituídos mais de 230 gabinetes técnicos florestais, “com planos de defesa da floresta contra incêndios e respectivos planos operacionais municipais”.
Ascenso Simões, que presidiu, na quinta-feira, em Santarém, à abertura do III Fórum Distrital das Comissões Municipais de Defesa da Floresta contra Incêndios, garantiu que a meta estabelecida pelo ministro da Agricultura terá de estar concretizada em Maio.
Lembrando que o Ministério da Agricultura, no âmbito de um protocolo com a Associação Nacional de Municípios, investe anualmente seis milhões de euros nas parcerias com as câmaras municipais para financiamento dos gabinetes técnicos florestais, Ascenso Simões afirmou ser necessária a sua concretização e uma uniformização a nível nacional.
O secretário de Estado anunciou ainda para este ano o maior investimento de sempre do Ministério da Agricultura em matéria de “prevenção estrutural” aos incêndios florestais, superior a 20 milhões de euros.
Segundo disse, este ano estarão no terreno 1.600 homens, para detecção e primeira intervenção no combate aos incêndios, estando ainda previsto apoio às equipas de sapadores do Exército.
Serão ainda investidos dois milhões de euros em campanhas de sensibilização, adiantou.
Ascenso Simões anunciou também que, até Maio, a legislação para criação das Zonas de Intervenção Florestal (ZIFs) vai ser alterada, no sentido de “resolver estrangulamentos” e “aumentar a dinâmica da sua constituição”.
Ascenso Simões, que recentemente transitou da Administração Interna, onde tinha responsabilidades no combate aos incêndios florestais, afirmou que vai agora “ajudar a dar uma nova dinâmica” à organização estrutural da floresta.
Nesse sentido, disse, vai trabalhar com as autarquias, as associações de produtores e os conselhos directivos dos baldios.
Ascenso Simões frisou que, apesar de a área ardida em 2006 e 2007 ter sido inferior à estabelecida no Plano Nacional de Defesa da Floresta contra Incêndios para 2012 (100.000 hectares), há a consciência de que esse facto não resulta de alterações estruturais, que são as mais demoradas no tempo a concretizar.


Autor:    Fonte: www.oribatejo.pt
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2008-02-15      Trigo atinge novo máximo com queda nas reservas
      
O trigo atingiu um novo máximo na bolsa de matérias-primas de Chicago, animado com as notícias de que as reservas de várias variedades do cereal usadas para o pão e massas diminuíram na América do Norte.

Já ontem o cereal havia negociado no valor mais elevado de sempre e esta valorização reforça os receios quanto aos aumentos dos preços de produtos alimentares em cuja composição entra o trigo.

Segundo a agência Lusa, o preço do trigo tem subido regularmente desde Setembro de 2006, entre 60 e 100%, acompanhando a tendência internacional dos demais cereais. Contudo, em 2008 a situação poderá ficar "mais equilibrada", pois é esperado um aumento da área de cultivo, afirmou hoje um responsável do sector contacto pela agência de notícias nacional.

Bernardo Albino, presidente da Associação Nacional de Produtores de Cereais, frisou que a evolução do mercado está sempre dependente das condições climatéricas nos maiores produtores do mundo.

Nas últimas sessões, a cotação do trigo tem estado suportada nos receios com a escassez das reservas, sendo que os "stocks" nos EUA deverão cair 25% para os 88 milhões de alqueires no ano fiscal terminado a 31 de Maio, de acordo com as previsões do Departamento de Agricultura do país anunciadas no mês passado. Também o instituto de estatísticas do Canadá afirmou, esta semana, que as reservas do cereal no país recuaram 30% no último ano.

O trigo para entrega em Março valorizou o máximo de 30 cêntimos permitido na negociação diária pelo quarto dia consecutivo para os 10,63 dólares por alqueire (7,26 euros). Os futuros do cereal negociados em Chicago mais do que duplicaram no último ano, parcialmente devido às condições atmosféricas adversas que afectaram a produção no Canadá, na Austrália e nos EUA.


Autor: Raquel Godinho   Fonte: negocios.pt
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2008-02-09      Xiradaniaq uerd esenvolvimento assente nas novas tecnologias e na agricultura
      
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servemdo iso ut rêso romotoriemso biliários".


Autor: J.T.   Fonte: Vida Ribatejana
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