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2007-04-30      QUINTA DA AVELEDA distinguido pela revista Wine Spectator
      
A revista americana Wine Spectator acaba de atribuir, edição de Abril 2007, 86 pontos ao vinho Quinta da Aveleda


A prestigiada e bem conhecida revista americana Wine Spectator acaba de atribuir (edição de Abril 2007) 86 pontos ao vinho Quinta da Aveleda que descreveu como sendo um vinho “very bright and crunchy, with citrusy flavors and green apple and spice notes on the finish”.

Seleccionado entre marcas provenientes do mundo inteiro, a qualidade do vinho Quinta da Aveleda foi assim, uma vez mais, reconhecida a nível internacional.

As castas Loureiro, Trajadura e Alvarinho estão na origem deste vinho harmonioso, com aroma fresco e frutado evidenciando a presença de frutos tropicais e ligeiras notas florais. Com um final longo e persistente, é ideal para acompanhar, entre outros, pratos de massa como sugere a revista Wine Spectator!




Para mais informações, contacte por favor:

Chantal Guilhonato

Tel.: 255718200

e-mail: chantal.guilhonato@aveleda.pt


Autor: Chantal Guilhonato   Fonte: aveleda.pt
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2007-04-04      Agricultura: Direcção Geral envia para quadro mobilidade 274 dos 624 funcionários
      
As listas com o quadro final dos funcionários efectivos, no âmbito da reestruturação do Ministério da Agricultura, estão finalizadas e os funcionários alvo de mobilidade estão a ser notificados pessoalmente. Depois de serem informados os trabalhadores excedentários terão 10 dias para recorrer antes das listas serem publicadas em Diário da República. O Ministério tem depois cinco dias para apreciar os recursos apresentados, antes de homologar as listas para publicação. Na direcção do Ministério da Agricultura, dos 32 funcionários existentes, 23 foram colocados no quadro da mobilidade. A direcção de serviços de informação, gestão e administração verá 65 dos actuais 138 funcionários abrangidos pelo mecanismo de mobilidade. Na direcção de serviços de agricultura, territórios e agentes rurais serão colocados no quadro de mobilidade 57 dos 106 funcionários existentes. Da direcção de serviços do regadio e recursos naturais vão para a mobilidade 12 dos actuais 56 funcionários. Na direcção de serviços de hidráulica e engenharia rural são considerados alvo de mobilidade, 58 dos 129 funcionários existentes. Na direcção de serviços de produtos fitofarmacêuticos e sanidade vegetal, dos 60 funcionários existentes, 15 vão para o quadro da mobilidade. A direcção de serviços da fitossanidade e de materiais de multiplicação de plantas verá o seu quadro de efectivos reduzido dos actuais 82 para 38 funcionários. Por fim, o programa Leader +, financiado com fundos comunitários, ficará com 6 funcionários efectivos dos actuais 21. O ministro da Agricultura, Jaime Silva, afirmou segunda-feira que a partir do próximo mês o número de funcionários efectivos do Ministério da Agricultura não ultrapassará 7.000, face aos actuais 10.250. O processo de reestruturação do Ministério da Agricultura surge na sequência da publicação da nova lei orgânica deste Ministério e Jaime silva afirmou recentemente esperar concluir a reorganização durante este mês.


Autor: LUSA/IRISFM   Fonte: IRISFM
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2007-02-21      ENOVIT 2007 – UMA MANIFESTAÇÃO DE CONFIANÇA NO FUTURO DOS VINHOS PORTUGUESES
      
Mais de 15.000 visitantes passaram pelo ENOVIT 2007, o Salão
Profissional de Técnicas e Equipamentos para Viticultura e Enologia,
que decorreu em Lisboa entre 11 e 13 de Janeiro. Uma grande manifestação de
vitalidade dos sectores da vinha e do vinho em Portugal que acorreram ao
pavilhão quatro da Feira Internacional de Lisboa (FIL) para conhecer as
últimas novidades mundiais em equipamentos para vinhas e adegas.
Esta edição da Feira decorreu num momento de grande incerteza, apesar das
notas de optimismo que decorrem da retoma do consumo no conjunto do
mercado mundial e do abandono de muitas vinhas nos países tradicionalmente
produtores. O crescimento do consumo está a registar-se, sobretudo, em
países como os Estados Unidos da América, o Brasil, os países asiáticos e do
norte da Europa.
Este e outros temas de actualidade foram o centro da discussão promovida pela
organização do ENOVIT nas suas conferências especificamente destinadas aos
sectores da vinha e do vinho.
Se, no sector da vinha, a expectativa é que o eventual arranque financiado
leve a um equilíbrio entre a oferta e a procura e, logo, à estabilização, crescem,
no entanto, as dúvidas sobre a capacidade de manutenção de muitos milhares
de pequenos viticultores menos competitivos como consequência do fim das
operações de intervenção remunerada da União Europeia sobre excedentes de
mercado.
No sector do vinho, todos os olhos estão postos na tendência de crescimento
do mercado, bem como nas actuais dificuldades de escoamento do excesso de
oferta existente no mercado.
No
conjunto,
os
agentes
económicos
do
sector
manifestam-se
esperançados numa rápida recuperação do mercado, até pelos dados de
crescimento das vendas registados no mercado nacional em 2006, e esperam a
chegada do novo Plano de Desenvolvimento Regional, ainda no primeiro
semestre de 2007, para relançar os seus investimentos na melhoria da
qualidade das suas empresas.
Duas certezas partilhadas por todos:
- o futuro será das melhores empresas, as mais competitivas e competentes,
com capacidade para impor a qualidade dos seus vinhos a preços competitivos
nos mercados internacionais;
- o próximo Quadro Comunitário de Apoio, será a última oportunidade de co-
financiar os investimentos dos produtores de modo a garantirem a melhoria da
competitividade das suas empresas.

Organização ENOVIT PORTUGAL:
Rua Basílio Teles, n.º 35 – 1.º Dto. – 1070-020 Lisboa
Tel.: (351) 21 00 33 800 - Fax: (351) 21 00 33 888
E-mail: enovitportugal@ife.pt – Web: www.enovitportugal.com / www.ife.pt


Autor: Organização ENOVIT PORTUGAL   Fonte: 
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2007-02-17      Pastagens combatem aquecimento do planeta
      
A produção de trevo em terrenos agrícolas é já hoje uma das alternativas para o desenvolvimento da agricultura. A planta, da família das leguminosas, é eficaz na absorção de dióxido de carbono, um dos gases responsáveis pelo fenómeno do aquecimento global. A redução dos níveis de dióxido de carbono é um dos objectivos do programa Extensity- Sistemas de Gestão Ambiental e de Sustentabilidade na Agricultura Extensiva, um projecto financiado pela União Europeia. O Instituto Superior Técnico de Lisboa está a frente da gestão do projecto, cujo coordenador tem raízes na região. Tiago Domingos, de 35 anos, é filho de pai albicastrense (José Joaquim Delgado Domingos) e mãe covilhanense. Em 1993 assumiu a gestão da Quinta da França, na zona da Covilhã, uma propriedade que em tempos foi do avô, Aníbal Morais, fundador da Adega Cooperativa da Covilhã. Ao assumir a gestão da quinta, Tiago Domingos criou uma empresa para dinamizar a sua exploração, sempre com a preservação do ambiente em vista. Em 1995 a quinta vê aprovado o primeiro projecto no âmbito do Programa Life, o programa europeu de financiamento de projectos ambientais. Através deste apoio foi criada uma marca de produtos agrícolas que teve a particularidade de ser a primeira em Portugal acompanhada de estudo de impacte ambiental. O projecto foi galardoado com o Prémio Nacional de Ambiente e o Prémio Fórum Ambiente.

Em 2001 “achamos que o impacto do trabalho podia ser muito maior” e é assim que nasce o projecto Extensity, que começou a ser aplicado em Novembro de 2003. “O objectivo foi alargar a experiência da Quinta da França a um número maior de agricultores” explica Tiago Domingos, que entretanto já tinha entrado para o Instituto Superior Técnico como professor.

O projecto começou com dez quintas e em Maio de 2006 atingiu as cinquenta, a meta definida aquando do seu lançamento. Estas representam cerca de 60 mil hectares, o que corresponde a 0,6 por cento do território nacional. Entre elas está a Companhia das Lezírias, no Ribatejo, mas também a Herdade da Rebouça, no distrito de Castelo Branco.

Hoje há mais cinquenta explorações em fase de análise de candidaturas, entre elas algumas da região, nas zonas de Castelo Branco e Alcongosta (Fundão), entre outras.

Uma das vertentes do Extensity é a redução dos níveis de dióxido de carbono na atmosfera. Isso é possível com a criação das chamadas pastagens biodiversas, resultantes de uma combinação entre cerca de vinte espécies diferentes de leguminosas, como o trevo, e gramíneas (também conhecidas como gramas, relvas ou capins). Estas plantas absorvem dióxido de carbono ao longo da sua vida, e é precisamente este um dos gases responsáveis pelo aquecimento global.

Portugal é um dos países obrigados a reduzir a produção de dióxido de carbono, no âmbito do Protocolo de Quioto. Caso não o faça sujeita-se a multas elevadas, a serem pagas pelo Estado a organismos internacionais. O que o Extensity pretende é que o dinheiro que eventualmente seria gasto no pagamento de multas seja dado aos agricultores portugueses para que estes produzam espécies que absorvem dióxido de carbono da atmosfera. Mas as vantagens não ficam por aqui.

As leguminosas vão buscar azoto à atmosfera para produzirem o seu próprio alimento, evitando a necessidade de fertilizantes fabricados pelos humanos. Fertilizantes cuja produção obriga ao consumo de combustíveis fósseis, como o petróleo ou carvão, e com isso o aumento dos níveis de poluição atmosférica.

Mas estas plantas podem ainda servir de alimento para os animais, o que reduz a utilização de rações, que tal como os fertilizantes necessitam de energia para serem produzidas.

Depois de consumida pelos animais, a missão da planta não acaba aqui, já que as raízes morrem e transformam-se em matéria orgânica, ou seja, adubo natural. Este processo ajuda também a combater a erosão ou desertificação dos solos.

Tiago Domingos defende que um agricultor que opte por estas práticas, que levam à redução dos níveis de dióxido de carbono na atmosfera, “está a prestar um serviço ao país e à humanidade, e por isso faz todo o sentido que seja pago”.

Por hectare de pastagem deste tipo é possível retirar da atmosfera cinco toneladas de carbono por ano, isto pelo menos durante dez anos. Até 2011 Tiago Domingos calcula que será possível instalar em Portugal 300 mil hectares destas pastagens, o que significa uma fixação anual de um milhão e meio de toneladas de dióxido de carbono. Este valor corresponde a cerca de metade do excesso de emissões de dióxido de carbono previsto em Portugal. No fundo, “o agricultor deixa de ser um mero produtor de alimentos e passa a ser um produtor de serviços ambientais”.


Autor:  José Furtado   Fonte: Reconquista.pt
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