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2004-03-29      PINHEIRO Aumenta Dispersão da Doença Provocada Pelo Nemátodo
      
Em Portugal, a dispersão do nemátodo – doença contagiosa que afecta as espécies de pinheiro manso e silvestre – está a aumentar, atingindo uma área que se estende desde o Barreiro a Grândola.
A doença, cuja propagação se faz através de um insecto vector hospedeiro de nemátodos, está a ser alvo de controlo por parte do ministério da Agricultura, que delimitou uma zona “tampão” circundante à zona infestada que se estende até Sines. O objectivo é impedir que o nemátodo atinja também a zona centro do país, onde há uma maior concentração de manchas de pinheiro bravo – espécie mais sensível à doença.
Ainda assim, tem sido grande a proliferação do nemátodo desde a sua primeira detecção em 1999, sobretudo devido ao descuido de alguns produtores florestais que não procedem ao abate e queima dos espécimes infectados, tal como está estipulado na portaria do ministério da Agricultura 1572/2003, de 27 de Dezembro.
Além disso, ajuda a propagação o facto de a doença não ser facilmente detectável. O nemátodo manifesta-se apenas pelo amarelecimento e queda das agulhas dos pinheiros, sendo que a longo prazo tende também a afectar a produção da resina.


Autor: MJC   Fonte: Público
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2004-03-26      AZAMBUJA Grupo Folclórico Homenageia Trabalhador Rural
      
No próximo domingo, o grupo etnofolclórico “Os Casaleiros” homenageia nos Casais dos Britos, concelho de Azambuja, a figura do trabalhador agrícola.
Esta é já a 7ª edição da iniciativa “Dia do Cavador”, que este ano distingue Manuel Barreto Nascimento, um trabalhador agrícola de 83 anos que dedicou toda a sua vida a tornar a terra campo fértil.
Além desta homenagem, o grupo comemora o dia com a recriação pelos seus elementos de quadros típicos de faina, acompanhados de cantares e trajes tradicionais.
Na sede do Centro Cultural e Recreativo dos Casais dos Britos, actuam ainda a Orquestra de Harmónicas de Ponte de Sôr e o Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré.


Autor: MJC   Fonte: Ribatejo FM
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2004-03-25      INCÊNDIOS Municípios do Oeste Apoiam Reflorestação em Castelo Branco
      
A Associação de Municípios do Oeste ofereceu ontem mais de 100 mil árvores ao distrito de Castelo Branco para apoiar o processo de reflorestação, motivado pelas perdas florestais durante os incêndios do passado Verão.
Sete concelhos do distrito de Castelo Branco, que foi o mais afectado a nível nacional pela vaga de incêndios, receberam pinheiros mansos e bravos, azinheiras e sobreiros, sendo que a maioria das árvores – cerca de 67 mil – destina-se ao concelho da Sertã.
A Associação de Municípios do Oeste já anunciou que vai estender a iniciativa aos concelhos de Abrantes, Alenquer, Alter do Chão, Celorico da Beira, Chamusca, Figueira de Castelo Rodrigo, Fornos de Algodres, Gouveia, Guarda, Mação, Pampilhosa da Serra e Vila Flor.


Autor: MJC   Fonte: TSF
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2004-03-25      UE Sevinate Pinto Luta Para Manter Apoios ao Olival
      
Na passada terça-feira, Portugal voltou a insistir com Bruxelas para que no pacote de subvenções destinadas ao sector do azeite – no âmbito da reforma da Organização Comum de Mercado (OCM) – sejam incluídas os apoios à plantação dos 30 mil hectares de olival, cujo programa foi autorizado em 1998 pela União Europeia.
Apesar de a reunião dos ministros da Agricultura europeus ter sido adiada por causa de mudanças no elenco de Governo de alguns países, o ministro português, Sevinate Pinto, não quis ainda assim deixar de invectivar os ministros dos Quinze, presentes em Conselho, para que a reforma da OCM não deixe cair os apoios ao plantio de olival no país.
"Tratando-se de uma questão que foi objecto de decisão deste Conselho em 1998, é inaceitável, no plano económico, jurídico e político, qualquer solução que não corresponda a um ajustamento do envelope financeiro para Portugal", referiu o ministro.
Sevinate Pinto enviou também missivas a todos os seus homólogos europeus, sensibilizando-os para a “situação particularmente frágil” do sector em Portugal.
A proposta da Comissão Europeia para o sector do azeite conta com a oposição não só de Portugal, mas também de Espanha, Itália, França e Grécia – países do sul da Europa que passam, caso a reforma seja aprovada, a receber as subvenções em termos da produtividade média das suas explorações, com referência ao período de 2000-2002.
No caso da plantação portuguesa, a perda de subvenções está relacionada com o facto de apenas 15 mil hectares do novo plantio previsto terem sido até ao momento plantados e não estarem ainda a produzir no período a que se indexam as ajudas comunitárias (2000-2002).


Autor: MJC   Fonte: Lusa
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