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2004-03-19      Cortiça nova fábrica
      
Uma nova fábrica para preparação de cortiça do grupo M. A. Silva em Alter do Chão, é hoje inaugurada. O investimento é de 3,5 milhões de euros e permite a criação directa de 15 postos de trabalho. Que segundo o presidente da Câmara de Alter do Chão, Hemetério Cruz "representa um motor de desenvolvimento para a região".


Autor: FC   Fonte: CM
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2004-03-19      PORTALEGRE Distrito Ganha Quatro Novas Fábricas de Cortiça
      
O ministro da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas, Sevinate Pinto, inaugurou hoje em Alter do Chão, a nova fábrica de preparação de cortiça “M. A. Silva”. O ministro presidiu no mesmo dia à cerimónia de inauguração da Corticeira “AJT, Lda.”, na Zona Industrial do Gavião.
Estas são duas de quatro novas unidades que vão implantar-se no distrito de Portalegre.
Segundo o presidente da Câmara Municipal de Alter do Chão, Hemetério Cruz, está também prevista a curto prazo a entrada em funcionamento das unidades Cortimex e Moisés Lima.
As três corticeiras vão no total criar 80 novos postos de trabalho em Alter do Chão, de acordo com o edil, que reconhece que o facto representa um “motor de desenvolvimento” para a região.
Só a nova corticeira do grupo empresarial “M. A. Silva” representa um investimento de 3,5 milhões de euros e cria 15 postos de trabalho directos.
O grupo empresarial, com implantação nos mercados alemão, francês e norte-americano, facturou cerca de 30 milhões de euros em 2003.
Segundo fonte da empresa, a nova unidade fabril "completa o círculo de integração vertical das suas actividades, depois de investimentos directos realizados em França e nos Estados Unidos da América, visando o controlo dos canais de distribuição nesses mercados estratégicos".


Autor: MJC   Fonte: Lusa
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2004-03-19      OVIBEJA Reservas Hoteleiras Praticamente Esgotadas
      
As reservas hoteleiras em Beja estão já praticamente esgotadas para a 21ª edição da Ovibeja, que amanhã abre ao público com a presença do ministro da Agricultura, Desenvolvimento rural e Pescas e espera milhares de visitantes.
O presidente da Associação de Criadores de Ovinos do Sul (ACOS), que organiza o evento sublinha a centralidade que a Ovibeja adquiriu no panorama rural ao fim de duas décadas.
"Este é o acontecimento regional com maior impacto a nível nacional e com grande expressão junto dos nossos vizinhos espanhóis. A Ovibeja tem sido palco da discussão e da definição de metas relacionadas com questões importantes para o desenvolvimento da região", refere Manuel Castro e Brito em declarações à agência Lusa.
Nesta edição, que, como habitualmente, apresenta um conjunto significativo de debates e conferências, vão ser temas de destaque a agricultura e a pecuária do Alentejo, a reforma da PAC, o turismo e os projectos estruturantes da região.



"Ao fim de 21 anos, a Ovibeja continua a assumir-se como um exercício regionalista e como um património do Alentejo. Há muitas mensagens que são transmitidas durante a feira", salienta Manuel Castro e Brito.
O tema do primeiro colóquio, a realizar no domingo, é a “Formação no Alentejo. Seguem-se, ainda no domingo, a conferência "O Baixo Alentejo e a oportunidade de negócios: O Porto de Sines e o Aeroporto de Beja"; "Comercialização dos produtos de origem ovina e caprina", na segunda-feira, "Porco de Raça Alentejana - Uma tradição com futuro no montado alentejano" e "Raça Mertolenga", ambos na quarta-feira.
A Ovibeja vai contar ainda com outros debates sobre pecuária, energias renováveis, agricultura biológica, sector do azeite ou a sustentabilidade do ensino agrário no Alentejo, bem como uma sessão de esclarecimento sobre as novas medidas agro-ambientais da reforma da Política agrícola comum (PAC), que se realiza na terça-feira.
Do programa do certame constam ainda concursos e exposições de gado, festivais, demonstrações equestres, cantares, artesanato, gastronomia, vinho, azeite, enchidos, queijo e outros produtos certificados, espectáculos musicais, provas desportivas ou exposições empresariais e institucionais.


Autor: MJC   Fonte: Lusa
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2004-03-18      UE CNA Quer Que Governo Rejeite Proposta Para o Sector do Azeite
      
Os agricultores apelaram ao Governo para que recuse a proposta da Comissão Europeia de reforma da Organização Comum do Mercado (COM) do azeite..
A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) manifestou-se contra esta proposta que introduz uma alteração nos regimes de apoio, dizendo que a sua aprovação representaria "o fim da produção de azeitona e de azeite em Portugal", é referido em comunicado emitido pela organização.
O documento de Bruxelas estabelece o princípio da "dissociação parcial", sendo que os agricultores passam a receber uma parte das ajudas sob forma de um pagamento único por exploração, e outra parte mediante o nível da produção.
A CNA sublinha que "o próprio governo português reconhece que o desligamento das ajudas poderá levar à paragem da produção em 97 por cento da superfície em olival, à perda de 90 por cento dos empregos directos do sector e ao encerramento de 98 por cento dos lagares em laboração".
De acordo com os agricultores, a proposta é também penalizadora no que diz respeito ao plantio de olival novo, inicialmente apoiado pela União Europeia numa iniciativa que previa incentivos à plantação de 30 mil novos hectares de olival. Segundo a CNA, a suspensão das ajudas deixa por concluir 50% da plantação estipulada.
Na última semana, a totalidade das forças partidárias portuguesas representadas no Parlamento Europeu acusaram Bruxelas de estar a destruir o olival português.
O conselho de ministros da Agricultura da União Europeia vai discutir a proposta na próxima semana, sendo que Portugal poderá adoptar uma posição bastante crítica.


Autor: MJC   Fonte: Lusa
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