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2010-03-02      Câmara Municipal de Palmela combate Praga do Escaravelho da Palmeira
      
A Câmara Municipal de Palmela iniciou, no dia 22 de Fevereiro, os
trabalhos de combate à Praga do Escaravelho da Palmeira – Rhynchophorus
Ferrugineus (Olivier) – no concelho.

Nesta acção, a autarquia está a utilizar o método de micro
injecção e, nos dois primeiros dias, procedeu ao tratamento de 31
palmeiras nas Freguesias de Palmela, Quinta do Anjo e Pinhal Novo.

Na Freguesia de Palmela, os trabalhos abrangeram a estrada de
Miraventos, o cruzamento da Baixa de Palmela e a abegoraria, o Largo de S.
Pedro e o caminho de acesso ao Castelo (Vila de Palmela). Na Freguesia de
Quinta do Anjo, a Avenida Visconde do Tojal e o Largo da Palmeira, em
Cabanas, foram os locais contemplados. Por último, na Freguesia de Pinhal
Novo, foram tratadas Palmeiras no Jardim José Maria dos Santos e na Rua
Ferreira de Castro.

Os trabalhos foram interrompidos, devido ao mau tempo - que
provoca a saturação de água dos troncos das árvores, impedindo a correcta
aplicação do produto utilizado na micro injecção – e serão retomados assim
que as condições climáticas o permitam.



União Europeia estabelece medidas de emergência contra propagação da praga

Na origem desta praga está o coleóptero acima referido, que
começou a expandir-se para além da sua zona geográfica de origem – zonas
tropicais da Ásia e Oceânia – na década de 1980-90, no Médio Oriente, e
chegou a Portugal em 2007, por intermédio do comércio de palmeiras.

Face à sua nocividade, a União Europeia considerou esta praga
de combate obrigatório, tendo aprovado a Decisão 2007/365/CE, que
estabelece medidas de emergência contra a introdução e propagação do
insecto na Comunidade.

A praga é identificável através de sinais como palmeiras com
folhas desprendidas da coroa e caídas no chão, orifícios e galerias na
base das folhas, podendo conter larvas e casulos ou uma amálgama de fibras
cortadas e húmidas com um cheiro fétido. Quando estes sinais são visíveis
na palmeira, a infestação já se encontra numa fase avançada e, em
princípio, a planta não terá capacidade para recuperar.

No caso de encontrar exemplares que evidenciem estes sinais,
deve contactar a Divisão de Ambiente e Gestão do Espaço Público da Câmara
Municipal de Palmela (tel. 212336692) ou os serviços de inspecção
fitossanitária da Direcção Regional de Agricultura e Pescas. Mais
informações em www.draplvt.min-agricultura.pt (medidas fitossanitárias).

Liliana Nascimento
Divisão de Comunicação
Câmara Municipal de Palmela
Telf. (00351) 212336664
e-mail: lnascimento@cm-palmela.pt


Autor: Liliana Nascimento   Fonte: CM Palmela Divisão de Comunicação
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2010-03-02      IFE Lança revista Oleavitis
      
A IFE - International Faculty for Executives lança a nova revista
Oleavitis com o objectivo de inovar e crescer, de modo a acompanhar as
tendências do mercado e o interessse crescente dos operadores da fileira
da vinha e vinho no sector do olival e azeite. Surge, assim, um novo
projecto arrojado em termos editoriais e gráficos.


Dois sectores, uma só revista!

Integrada na Enovitis, única revista especializada na área da Viticultura
e Enologia, editada pela IFE desde 2005, a Oleavitis é uma revista
composta por duas capas e conteúdos diferenciados.

A ideia é promover o interface entre as fileiras da Vinha-Vinho & Olival-
Azeite. Segundo Isabel Martins, coordenadora editorial da publicação, “os
produtores de vinho são cada vez mais, também, produtores de azeite. É uma
maridagem perfeita que merece a atenção de uma revista como a Enovitis”. A
Oleavitis tem a “responsabilidade de, tal como a Enovitis, se tornar uma
referência para os olivicultores nacionais”.


Dados do sector

À semelhança da vinha, o olival tem uma projecção significativa na
agricultura portuguesa, sendo considerado estratégico no Programa de
Desenvolvimento Rural em vigor.

Na olivicultura, Portugal é o 8.º produtor a nível mundial e este é um
sector que não gera excedentes. Sendo que 96% da azeitona produzida em
Portugal destina-se à produção de azeite, contra 4 % que vão para a
azeitona de mesa.


O lançamento oficial da Oleavitis teve lugar, dia 25 de Fevereiro, no
Clube de Golfe do Paço Lumiar, em Lisboa.


Autor: Grupo IFE   Fonte: asilva@ife.pt
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2010-02-26      Paulo Rangel defende nova abordagem para a agricultura
      
Paulo Rangel candidato a presidente do PSD, defendeu ontem em Torres
Vedras, que a agricultura deve deixar de ser vista apenas do ponto de
vista económico e passar a ser encarada como um “sector de defesa
nacional” e “estratégico”.

“O que é importante é um novo modelo económico que rompa com o modelo que
o PS trouxe”, afirmou aos jornalistas, à entrada para a apresentação da
sua candidatura aos militantes da Distrital Oeste, em Torres Vedras,
defendendo uma “ruptura” com o passado. De acordo com o social-democrata,
“ao fim de 15 anos de governo socialista, o país está numa situação de
emergência”.

A necessidade de o país ter reservas agrícolas “é uma questão estratégica
de defesa nacional, por isso temos de valorizar os agricultores já não
como produtores mas como soldados da soberania nacional, encarando a
agricultura como um setor fundamental para a sobrevivência do país”,
referiu. “Precisamos de um D. Dinis para repensar a agricultura em
Portugal”, frisou.


Autor:    Fonte: Publico.pt
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2010-02-17      Candidaturas e pagamentos do Proder facilitados
      
O ministro da Agricultura, António Serrano, anunciou hoje que entregará na
próxima semana à Assembleia da República as medidas de simplificação do
Proder (Programa de Desenvolvimento Rural) com a promessa de que os
pagamentos aos agricultores serão agora mais rápidos.

António Serrano esclareceu, no entanto, que a reclamada simplificação do
programa de desenvolvimento regional está realizada, no âmbito de um
trabalho em parceria entre o Estado e as confederações de agricultores.

O ministro adiantou que "são dezenas as medidas de simplificação
introduzidas que vão facilitar a vida aos agricultores e agilizar os
pagamentos".

"A expetativa é que agora seja mais fácil pagar", afirmou, explicando que
"já hoje é possível adiantar um pagamento ao agricultor de 50 por cento do
valor financiado apenas com a exigência de uma garantia bancária de curta
duração".


Autor:    Fonte: publico.pt
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